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domingo, 27 de novembro de 2011

Cambada de Chupistas

Eles comem tudo. Eles comem tudo e não deixam nada. Sabemos através de José Afonso que os vampiros (ambos os tipos) são gente de muito apetite. Pergunto-me inclusivé se não fará sentido Fernando Mendes - temível frequentador de estabelecimentos de restauração - participar num novo filme da saga Crepúsculo.

Nasci numa altura em que os vampiros e lobisomens eram bichos temíveis e assustadores, cujo encontro imediato provocava valentes rios de chichi nas calças; hoje em dia, a única coisa realmente assustadora nestes seres é o facto de se terem tornado moda entre pessoas pré-adolescentes ou com problemas do foro psicocoiso.

Não que eu esteja a criticar as pessoas pré-adolescentes, atenção, que eu também já passei por esse martírio em que o meu programa de eleição era o Big Show Sic e o meu artista favorito o Iran Costa. Como diria o Malato, fui muito feliz nos anos noventa. Mas nos anos noventa eu tinha medo de vampiros e lobisomens, em particular do Drácula do Gary Oldman e do lobisomem do Jack Nicholson. Hoje tenho medo da Teresa Guilherme nua.

Mas isto não são os vampiros que têm a culpa, pois eles são pessoas com os seus afazeres de chupar aqui e ali, quase imortais e que morrem de medo de alho. Para citar Saúl Ricardo, o bacalhau quer alho. Já o vampiro... nem por isso.
A culpa disto tudo é da senhora que começou a escrever a saga Crepúsculo e tratou de abichanar os vampiros. Obrigado gaja, por seres o Justin Bieber da literatura. É que antes disto quem fazia patifarias era o Drácula , o Nosferatu e o Blade, que cortava cabeças com uma espada e tudo. Hoje em dia os vampiros fazem, ahem, não sei bem. Coisas.

As fãs deste tipo de vampiro talvez sejam ex-admiradoras dos DZR’T que se encontram agora na sua fase gótica e acham fixe tudo o que sejam pessoas pálidas, dentes caninos e sangue - mesmo menstrual. Eu pelo sim pelo não, já fiz um colar de dentes de alho para manter estas pessoas afastadas de mim. Com pessoas que aparecem no funeral do Angélico sem pertencerem à família, nunca fiando.